LOJA PARCEIRA MINEORO

Veio de Ouro em Quartzo Encontrado com Detector de Metais FG80 de Longa Distância

A descoberta aconteceu em uma área de serra, conhecida por antigas histórias de garimpo e mineração artesanal. Utilizando um detector de metais FG80 de longa distância, o operador iniciou a varredura buscando sinais profundos e contínuos, característicos de mineralizações naturais.

O FG80 começou a indicar um sinal amplo e persistente, diferente de objetos isolados. Seguindo a direção apontada pelo equipamento, o ponto se fechou em um afloramento rochoso parcialmente exposto, onde o solo era raso e o quartzo aparecia à superfície.

Ao remover algumas pedras soltas, surgiu uma rocha quartzosa atravessada por veios metálicos dourados, brilhando à luz do sol. As finas faixas irregulares contrastavam com o quartzo esbranquiçado, revelando um padrão típico de veios hidrotermais, formados quando fluidos ricos em minerais preencheram fraturas da rocha ao longo de milhares de anos.

A aparência do metal indicava forte possibilidade de ouro nativo, embora a semelhança visual com sulfetos como a pirita exigisse análise técnica para confirmação. Ainda assim, o conjunto chamava atenção pelo brilho intenso e pela continuidade dos veios, um sinal clássico de mineralização aurífera.

Graças à sensibilidade direcional do FG80, aquela rocha deixou de ser apenas parte da paisagem e passou a representar um possível indício de riqueza geológica. Um achado que não fala apenas de valor material, mas da própria história mineral da Terra, escrita em veios dourados dentro do quartzo.

 

Pepita de Ouro Natural Encontrada com Detector de Metais DIAS2005

A descoberta aconteceu às margens de um antigo leito de rio, conhecido na região por relatos antigos de garimpo artesanal. Utilizando um detector de metais DIAS2005, o operador iniciou a varredura com foco em sinais naturais e profundos, típicos de depósitos auríferos ainda não explorados.

Após alguns minutos, o equipamento indicou um sinal firme e constante, diferente de metais comuns. Seguindo a direção apontada pelo DIAS2005, o ponto se concentrou em uma área de cascalho misturado com areia grossa — um ambiente clássico de depósito aluvial. A escavação foi feita com cuidado, removendo camadas de terra úmida até que algo chamou a atenção pelo brilho incomum.

Entre as pedras, surgiu uma pepita de ouro natural, com formato irregular, textura rugosa e coloração amarelo-intensa, intacta e sem qualquer sinal de oxidação. O brilho metálico era evidente mesmo antes da limpeza, confirmando tratar-se de ouro nativo, exatamente como a natureza o formou ao longo de milhares de anos.

Pelo tamanho e aparência, a pepita provavelmente se desprendeu de uma rocha matriz e foi transportada lentamente pela água ao longo do tempo, até se depositar naquele ponto do terreno. Permanecendo ali em silêncio por séculos, aguardou o momento certo para ser encontrada.

 

Talheres Antigos Encontrados com Detector de Metais FG80

Os talheres vieram à tona durante uma varredura tranquila com um detector de metais FG80, em um terreno antigo nos fundos de uma casa rural já abandonada.

O sinal surgiu fraco, mas constante — típico de metal antigo enterrado há muito tempo. Ajustando a direção indicada pelo FG80, o ponto se fechou próximo a uma mangueira centenária. A cerca de 30 centímetros de profundidade, a pá revelou uma pequena caixa de madeira quase desfeita pela umidade do solo.

Dentro dela estavam duas colheres e três garfos, feitos de ouro,  cobertos por manchas e marcas do tempo. O brilho dourado já não era intenso, mas ainda denunciava que, um dia, aqueles talheres fizeram parte de uma mesa respeitável, talvez no final do século XIX ou início do século XX.

Acredita-se que o conjunto tenha sido enterrado às pressas, possivelmente para protegê-lo durante um período de mudança, crise ou até mesmo medo de roubos — algo comum em épocas antigas. Com o passar dos anos, a história se perdeu, mas o metal permaneceu ali, silencioso, aguardando o momento certo de ser reencontrado.

Graças à precisão direcional do FG80, os talheres deixaram de ser apenas objetos esquecidos no solo e voltaram à luz como pequenas relíquias do passado, carregando marcas de uso, mistério e memória.

 

Moeda Antiga Encontrada com Detector de Metais FG90 de Longa Distância

A descoberta aconteceu em um campo antigo, conhecido na região por ter sido rota de passagem no período colonial. Usando um detector de metais FG90 de longa distância, o operador começou a varredura ainda pela manhã, quando um sinal firme e bem definido surgiu à frente, indicando um alvo metálico antigo.

Seguindo a direção apontada pelo FG90, o ponto foi se fechando até chegar a uma pequena elevação do terreno, próxima ao que restava de um antigo caminho de tropas. Ao cavar com cuidado, a poucos centímetros de profundidade, surgiu uma peça circular escurecida pelo tempo, coberta por terra e oxidação.

Após a limpeza inicial, revelou-se uma medalha ou moeda antiga, bastante desgastada, com uma pequena argola superior — sinal claro de que foi usada como pingente. No centro, ainda era possível distinguir um escudo heráldico coroado, ladeado por ramos, símbolos clássicos de honra, mérito e ligação com a monarquia.

Pelo estilo do brasão e pela oxidação do metal, tudo indica uma origem europeia, possivelmente portuguesa ou espanhola, datando entre os séculos XVIII e XIX. A peça pode ter sido uma medalha comemorativa, um objeto honorífico ou até mesmo uma moeda adaptada para uso pessoal, carregada junto ao corpo como símbolo de fé, status ou lembrança.

Graças à precisão do FG90, essa relíquia voltou à superfície depois de séculos enterrada, trazendo consigo um fragmento silencioso da história — marcado pelo tempo, mas ainda carregado de significado e mistério.

 

Espelho de Mão Antigo Encontrado com Detector de Metais DC2008 de Longa Distância

A descoberta aconteceu em um antigo terreno urbano, onde registros antigos indicavam a existência de uma casa elegante demolida no início do século XX. Utilizando um detector de metais DC2008 de longa distância, o operador iniciou a varredura buscando sinais metálicos mais antigos e profundos.

O DC2008 acusou um alvo firme e estável, típico de objetos de liga metálica antiga. Seguindo a direção indicada pelo equipamento, o ponto foi se fechando até uma área próxima ao que teria sido o antigo jardim da residência. A escavação foi feita com cuidado e, a poucos centímetros do solo, surgiu uma peça oval, coberta por terra compactada e com uma pátina acinzentada.

Após a limpeza inicial, revelou-se um espelho de mão antigo feito de prata, com rico trabalho em relevo, arabescos e motivos florais. O centro oval, onde originalmente ficava o espelho, já estava vazio, mas o acabamento e o cabo decorado denunciavam um objeto de uso pessoal refinado, típico do final do século XIX ou início do século XX.

Provavelmente a peça pertenceu a uma moradora da antiga casa — parte de um conjunto de toalete usado em penteadeiras, símbolo de elegância e cuidado pessoal da época. Com o passar do tempo, reformas, abandono ou demolição do imóvel, o objeto acabou sendo perdido e soterrado, permanecendo esquecido por décadas.

Graças à precisão direcional do DC2008, essa peça voltou à luz, não como simples metal enterrado, mas como um verdadeiro fragmento da história, carregando o charme, a delicadeza e o estilo de uma época em que até os objetos do dia a dia eram pensados como obras de arte.

 

Espada Imperial com Brasão do Brasil Encontrada com Detector de Metais FG80

A descoberta ocorreu em uma área próxima a um antigo caminho militar, usado intensamente durante o período do Brasil Império. Utilizando um detector de metais FG80 de longa distância, o operador iniciou a varredura em busca de sinais profundos e bem definidos, característicos de objetos metálicos históricos.

O FG80 acusou um sinal forte e contínuo, indicando um alvo de grande porte enterrado há muito tempo. Seguindo a direção apontada pelo equipamento, o ponto levou até uma pequena elevação do terreno. Ao iniciar a escavação, surgiu a extremidade de uma bainha metálica, ainda intacta apesar da oxidação causada pelos anos sob o solo.

Com cuidado, a peça foi retirada por completo, revelando uma espada curta ou sabre antigo, com guarda em forma de concha e lâmina de aço. Na bainha e na guarda, ainda era possível identificar claramente o Brasão de Armas do Brasil, símbolo de autoridade, soberania e serviço oficial ao Estado.

Esse detalhe indica que a espada pertenceu a um oficial brasileiro, possivelmente ligada a forças militares, guarda imperial ou serviço cerimonial entre o século XIX e o início da República. Na época, armas como essa não eram apenas instrumentos de defesa, mas também símbolos de patente, honra e compromisso com a nação.

Acredita-se que o sabre tenha sido perdido durante deslocamentos militares, mudanças de quartel ou até mesmo enterrado intencionalmente para proteção em tempos de instabilidade política. Com o passar dos anos, a história se apagou, mas o metal permaneceu, preservando seu significado.

Graças à precisão direcional do FG80, essa relíquia voltou à superfície completa, acompanhada de sua bainha original — um achado raro que carrega não apenas valor histórico e colecionável, mas também um forte vínculo com a história militar do Brasil

 

Moeda de Ouro Double Eagle Encontrada com Detector de Metais FG90 de Longa Distância

A descoberta aconteceu em uma área aberta, próxima ao traçado de um antigo caminho comercial usado no final do século XIX. Utilizando um detector de metais FG90 de longa distância, o operador iniciou a varredura buscando sinais profundos e precisos, típicos de metais nobres enterrados há muito tempo.

Após alguns minutos, o FG90 indicou um sinal forte, limpo e estável — característica comum do ouro, que não sofre interferência magnética como outros metais. Seguindo a direção apontada pelo equipamento, o ponto foi se fechando até uma pequena depressão no terreno, coberta por vegetação baixa.

A escavação foi feita com extremo cuidado. A cerca de 40 centímetros de profundidade, surgiu uma moeda dourada, ainda com brilho suave apesar dos anos sob o solo. Após a limpeza inicial, revelou-se claramente uma Double Eagle Liberty Head de US$ 20, cunhada entre 1850 e 1907, com os detalhes clássicos gravados por James B. Longacre ainda bem visíveis.

Tudo indica que a moeda tenha sido perdida ou enterrada intencionalmente durante um período de intensa circulação de ouro, possivelmente ligada a comércio, viagens ou reservas pessoais da época do padrão-ouro americano, logo após a Corrida do Ouro da Califórnia. Naquele tempo, uma única Double Eagle representava uma verdadeira fortuna.

Graças à precisão do HC300, essa relíquia voltou à superfície intacta, carregando não apenas seu alto valor em ouro, mas também um poderoso simbolismo histórico — testemunha silenciosa da expansão econômica e da riqueza que moldaram os Estados Unidos no século XIX.